Olá! Sou Giovanna Sequeira
E nesse espaço, vou te contar um pouquinho da minha história e trajetória profissional.
As leituras, os filmes, as peças de teatro, a música e o contato com a natureza sempre foram as principais fontes dos meus insights. Desde cedo, a arte ampliava a forma como eu enxergava as pessoas e o mundo.
Mais tarde, durante a graduação em Direito, a filosofia e a sociologia fortaleceram meu pensamento crítico. No teatro, encontrei outra camada dessa investigação: compreender a expressão humana, a dramaturgia e o comportamento das pessoas em diferentes épocas e contextos.
Foi também no teatro que comecei a perceber algo que me inquietava.
Grande parte do público era composta por pessoas que já tinham amplo acesso à cultura. Eu me perguntava por que tantas outras permaneciam distantes daquele universo. Passei a compartilhar meu olhar sobre as peças nas redes sociais e levei familiares que nunca haviam frequentado um teatro. Aquilo despertou em mim uma pergunta que mudaria toda a minha trajetória: como tornar experiências profundas mais acessíveis às pessoas?
Ao mesmo tempo, crescia em mim o desejo de construir um trabalho autoral. Pensei em escrever um roteiro e produzir um curta-metragem, até perceber que a escrita poderia chegar muito mais longe. Um livro dispensava grandes estruturas e permitia que a mensagem encontrasse qualquer pessoa.
Superando meus medos, buscando gerar identificação e construir novas conexões, nasceu Uma Mulher Real.
O retorno das leitoras me revelou algo que eu ainda não havia compreendido sobre a minha própria escrita. Muitas delas diziam sentir exatamente as emoções da protagonista. Percebi que escrevia a partir da minha conexão com o mundo ao meu redor. Observava o que acontecia fora de mim para traduzir aquilo que acontecia dentro.
A natureza, os lugares, a música, o silêncio, as pessoas e as experiências se transformavam em linguagem.
Naquele momento compreendi que essa forma de escrever tinha um fundamento.
Ao conhecer os estudos sobre o fluxo de consciência, encontrei autores como James Joyce, Virgínia Woolf e Clarice Lispector, além das pesquisas de Robert Humphrey. Percebi que muitas das estruturas que eu utilizava intuitivamente já eram estudadas na literatura como formas de revelar a vida interior por meio da memória, dos sentidos, das imagens, do contexto e das metáforas.
Mas não me interessava apenas compreender aquela técnica.
Queria entender como transformar esse conhecimento em um caminho para que outras pessoas também encontrassem a própria voz.
Foi então que aprofundei meus estudos, unindo literatura, teatro, escrita, comunicação para câmera, storytelling e minha experiência como autora.
Percebi que mulheres não precisavam parecer alguém diante da câmera ou copiar fórmulas de comunicação. Precisavam aprender a reconhecer quem são, organizar a própria mensagem e expressá-la com clareza, intenção e verdade.
Foi dessa integração entre arte, comunicação e experiência que nasceu a metodologia da Mentoria Entre Nós.
Hoje conduzo mulheres que possuem conhecimento, trajetória e sensibilidade, mas ainda sentem dificuldade para transformar tudo isso em uma comunicação capaz de gerar conexão, autoridade e oportunidades.
Porque comunicação não cria valor. Ela revela o valor que já existe em você.
Minha escrita também apareceu em uma reflexão sobre mulheres, cultura e autoridade
Fui citada em uma matéria do Acesse News sobre autoria feminina e construção de autoridade no mercado cultural.
A matéria reúne escritoras da Ipê das Letras e fala sobre mulheres que transformaram suas vivências em narrativa, ocupando espaço a partir da própria voz.
Meu livro Uma Mulher Real aparece nesse contexto como parte de um movimento íntimo de ruptura, reconstrução e afirmação da própria história.

O que significa construir autoridade sendo mulher no mercado cultural?
Acesse News
Uma mulher real

Um livro sobre a coragem de reconhecer a própria história
Eu escrevi Uma mulher real antes de entender que esse livro também abriria um caminho para o trabalho que faço hoje.
Nele, existe uma parte importante da minha voz, da minha forma de olhar para a vida, para as mulheres, para as histórias que carregamos e para aquilo que, muitas vezes, demora a encontrar nome.
Um livro para reconhecer-se nas entrelinhas e se deixar tocar por uma narrativa sensivel, feminina e profundamente humana.